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Não alimente boatos

 

Começou a circular pelo whatsapp, essa semana, uma mensagem falsa que fala sobre uma tentativa de sequestro na praça de alimentação do JK Shopping, localizado entre Ceilândia e Taguatinga. A direção do centro comercial se sente na obrigação de esclarecer que tal fato jamais ocorreu e que o texto não passa de algo fantasioso, irresponsável e mentiroso.

Muitos hoax, como este, se proliferam pelas mídias sociais todos os dias. Uma pequena busca no Google traz ocorridos, entre eles mensagens falsas que envolvem nomes de outros shoppings em todo o Brasil.

O site E-farsas.com, especializado em desvendar farsas na web, enumera algumas características desse tipo de hoax que denunciam a farsa:

  • Não é datada;
  • Não cita nome dos envolvidos;
  • Mistura fatos reais com trechos inventados;
  • Trata de assunto que chama atenção do leitor;
  • É alarmista;
  • Pede para ser repassada ao maior número de pessoas.

A maioria das pessoas compartilha esses boatos por não saber que a notícia é falsa e por achar que estão disseminando uma informação real e últil. Estudo realizado pela agência Advice Comunicação Corporativa, por meio do aplicativo BonusQuest, em novembro do ano passado, indicou que 78% dos brasileiros se informam pelas redes sociais. Destes, 42% admitem já ter compartilhado notícias falsas e só 39% checam com frequência as notícias antes de difundi-las.

Por isso todo o cuidado é válido antes de compartilhar qualquer mensagem, a disseminação de notícias falsas pode ter muitas consequências e afetar seriamente a vida das pessoas.

 

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